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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A Bíblia e o celular!

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos nossa Bíblia do jeito que tratamos o celular? E se sempre carregássemos a Bíblia no bolso ou na bolsa? E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia? E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório? E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos? E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela? E se a déssemos de presente às crianças? E se a usássemos quando viajamos? E se lançássemos mão dela em caso de emergência?

Mais uma coisa: ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela "pega" em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida. "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto!" (Is 55:6).

(Autor desconhecido)






Peguei daqui!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O furo do barco

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
O senhor já me pagou pela pintura do barco! – disse ele.
Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
Ah! Mas foi um serviço tão pequeno… Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
Meu caro amigo você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado!
Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos!
Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua “pequena” boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, escute com atenção e carinho, e conserte todos os “vazamentos” que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

Peguei daqui!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Viagem

Através da janela eu espiava as estrelas que brilhavam cintilantes naquele dia de céu escuro. Filmes desconexos passavam apressados pela cabeça, e a paisagem lá fora, as árvores do cerrado que eu tanto apreciara das outras vezes, se afiguravam sombrias, emudecidas. Nesses momentos é comum refletir sobre a vida, fazer planos, ter saudade dos que ficaram na rodoviária com lágrimas nos olhos.

O passageiro ao meu lado abre e começa a devorar o pacote de biscoitos de polvilho, não sem antes ter-me oferecido alguns, com a boca já cheia. A criança inquieta que viajava ao lado da mãe, nas poltronas da frente, também decide abrir o saquinho de batatas; quase ao mesmo tempo em que o rapaz de boné que dormira com o disc man ligado despertou e desembrulhou logo um bombom. Aquele silêncio de morte fora interrompido pelos insistentes maxilares daqueles viajantes. Meus pensamentos à mil e meu estômago embrulhando com todo aquele cheiro de comida industrializada.

Eu ali, com vontade de chorar por todos os motivos do mundo. Um nó prende a voz na garganta. Não me permito esboçar nenhuma dor ali, no meio de tantos desconhecidos. Uma possibilidade se apresenta de súbito: e se outra fatalidade acontecesse naquele exato momento? Se houvesse uma colisão entre o ônibus e um outro veículo de dezenas de toneladas?

Nem uma nuvem no céu. Após a tétrica viagem mental que fiz, faço questão de esfregar bem os olhos e certificar-me de que todos estão bem. Vivos. Respirando. Numa das poltronas lá na frente um senhor muito bem vestido lê. A maioria apenas dorme. Sou tomada de novo pelo mesmo pensamento pavoroso; se algo acontecesse e morrêssemos todos juntos, para onde iríamos, afinal? Seria possível encontrar os entes queridos que já partiram há muito? E os que partiram há pouco, de surpresa, cuja perda parece nem ter sido registrada pelos sentidos, que parecem anestesiados? Há de fato alguém nos esperando em algum lugar? Com vestimentas claras, feições angelicais e tempo infinito para nos explicar pacientemente os mistérios inacessíveis aos mortais da Terra?

Não tenho medo da morte. Tenho medo da solidão. Não essa solidão a que já nos acostumamos; de ver rostos mas desconhecer as identidades, os desejos, os defeitos, a essência. Acostumei-me a ver sem enxergar. Todos nos acostumamos. Falo da solidão absoluta; da completa impossibilidade de comunicar-me; manifestar sentimentos; tocar e poder perceber as coisas. Choro. Começo a soluçar. Como criança, exteriorizo todo o pesar da perda, e a angústia que fustigava meu peito. Olhares discretos e prestativos são dirigidos a mim. Não pronunciei palavra, mas foi como se naquele momento todos ali soubessem o motivo exato do meu choro; complacentes, como se dispusessem-se a dividir aquela dor comigo.

Da janela entreaberta um vento calmo toca meu rosto. Fui placidamente respondida. Nunca estamos sozinhos.

Ana Angélica Martins


Fonte!

Bom, acho que esse texto mostra que BBB também pensa!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Sabedoria das mães

Uma moça queixou-se a sua mãe sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que, assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.

Então, sua mãe levou-a até a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo, as panelas começaram a ferver. Em uma delas, colocou cenouras, em outra, ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ela estaria fazendo.

Minutos depois, ela apagou o fogo. Pegou as cenouras, os ovos e o café, colocando-os em recipientes separados. Virou-se para a filha e perguntou:

- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.

Ela a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ela, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e, depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ela lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao sentir seu aroma delicioso e então perguntou:

- O que isto significa, mãe?
- Cada um destes – a cenoura, o ovo e o café – enfrentou a mesma adversidade, a água fervendo, mas cada um reagiu de maneira diferente. A cenoura, outrora crua e rígida, amolecera e se tornara frágil. Os ovos, antes frágeis, mesmo com sua casca protegendo o líquido interior, tornaram-se firmes e mais resistentes. Já o pó de café é incomparável: depois que o coloquei na água fervente, ele mudou a própria água.

Após profundo silêncio, a mãe prosseguiu:

- Qual deles é você? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é a cenoura, o ovo ou o pó de café? Você é como a cenoura, parecendo firme e forte, mas, com a dor e a adversidade, murcha e se torna frágil, perdendo sua força? Ou será que você é como o ovo, começando maleável, mas, depois de sofrer alguma pressão da vida, torna-se dura? Sua "casca" até parece a mesma, mas por dentro, você está dura. Será que você é como o pó de café? Você transforma o meio que a aflige, altera o que está trazendo a dor e oferece algo melhor e mais gostoso do que havia antes da adversidade?

Elas se abraçaram e choraram de alegria por ter uma à outra. A sabedoria presente nas mães, enche de alegria o coração dos filhos. Aproveite esta lição e ame quem lhe trouxe ao mundo.


Lição: Como você lida com a adversidade? Pense nisto. Você é a cenoura, o ovo ou o café?

Peguei daqui!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Você conhece o mundo virtual?

Tive a maior prova do virtualismo insensato Que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e fazemos de conta que não percebemos!



Pedi um filé de salmão com alcaparras na manteiga, salada e um suco de laranja, afinal de contas, fome é fome, mas regime é regime, não é? Abri meu lap-top e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim.
- Tio, dá um trocado?
- Não tenho, menino!
- Só uma moedinha para comprar um pão!
- Está bem, compro um para você!

Para variar, minha caixa de entrada está lotada de e-mails. Fico distraído vendo as poesias, as formatações lindas, dando risadas com as piadas malucas. Ah! Essa música me leva a Londres e a boas lembranças de tempos idos.
- Tio, pede para colocar margarina e queijo também!
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- Ok. Vou pedir, mas depois me deixa trabalhar, estou muito ocupado, tá?

Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir "à luta". Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem.
- Deixe-o ficar. Que traga, não o pão, mas uma refeição decente para ele.

Então ele sentou à minha frente e me perguntou:
- Tio, que você tá fazendo?
- Estou lendo uns e-mails!
- O que são e-mails?
- São mensagens eletrônicas mandadas por pessoas via Internet!
Sabia que ele não ia entender nada, mas, a título de livrar-me de maiores questionamentos disse:
- É como se fosse uma carta, só que vem pela Internet!
- Tio, você tem Internet?
- Tenho sim, essencial ao mundo de hoje!
- O que é Internet?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem de tudo no mundo virtual!
- E o que é virtual?

Resolvo dar uma explicação simplificada, novamente na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.
- Legal isso. Adoro!
- Mocinho, você entendeu o que é virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual!
- Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito .Virtual. Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo, eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome e eu dou água para ele pensar que é sopa. Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo. Meu pai está na cadeia há muito tempo. Mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, dia de Natal e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isso é virtual não é tio?

Fechei meu lap-top, não antes que lágrimas caíssem sobre o teclado. Esperei que o menino terminasse de, literalmente, "devorar" o prato dele, paguei a conta e o troco dei-o para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que já recebi na vida e com um "Brigado tio. Você é legal!".

Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato Que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e fazemos de conta que não percebemos!





Peguei daqui, mais uma do Sílvio!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Uma história sobre o que é o verdadeiro amor

Professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento. Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.

O mestre disse que respeitava sua opinião mas lhes contou a seguinte história:

Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarte. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete.

Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.

Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.

Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:

— Meus filhos, foram 55 bons anos...

Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.

Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:

— Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...

Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por que?

Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.

Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim...

Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: 'Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.

E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.

Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.

Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe...





Peguei daqui!


PS: Mais uma dica do Sílvio!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Quer fazer um teste interessante?


Você pode ser anônimo para o mundo, mas é uma pessoa especial para alguém.

1) Diga o nome das cinco pessoas mais ricas do mundo;

2) Diga o nome dos cinco últimos ganhadores do prêmio Nobel da Paz;

3) Agora, diga o nome das cinco últimas miss universo;

4) Dê agora o nome de 10 ganhadores de medalha de ouro nas Olimpíadas;

5) E, para terminar, os últimos 12 ganhadores do Oscar.


Lembrou de algum? Difícil, não? E são pessoas famosas, não são anônimas, não!
O aplauso acaba, prêmios envelhecem, grandes acontecimentos são esquecidos.

Agora, tente esse outro teste:

1) Escreva o nome dos professores que você mais gostava;

2) Lembre de três amigos que ajudaram você em momentos difíceis;

3) Pense em cinco pessoas que lhe ensinaram alguma coisa valiosa;

4) Pense nas pessoas que fizeram você se sentir amado e especial;

5) Pense em cinco pessoas com quem você gosta de estar.

Mais fácil esse teste, não é? Sabe o motivo?

As pessoas que fazem diferença em nossas vidas, não são as que têm mais credenciais, dinheiro ou prêmios. São as que se importam conosco!

Você pode ser anônimo para o mundo, mas é uma pessoa especial para alguém.


Fonte



Mais uma dica do meu amigo Sílvio Rodrigo!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

É tempo de perdoar!


É gente, mais um Natal chegou , os anos passam rápido demais!

A cada ano que passa, a gente conhece gente nova, encontra novos amigos e reencontra velhos!

A cada ano que passa, a gente encontra pessoas que por obra do destino nunca serão nossos amigos!

A cada ano que passa a gente encontra pessoas que aprendemos a amar!

A cada ano que passa a gente encontra pessoas que aprendemos a odiar!

Bom, hoje é Natal e é nessa data que todo ano a gente aprende a perdoar, deixe o espírito de Natal adentrar a sua alma!

Ligue pra uma pessoa que você não conversa a anos!

Ligue pra aquele seu primo que você briga sempre!

Ligue até para seu chefe que vive lhe enchendo o saco!


O Natal não é apenas pra a já tradicional troca de presentes ou ainda pra uma bela e repleta ceia. O Natal é pra isso tudo sim, mas principalmente é pra refletir sobre o nascimento de Cristo e é pra PERDOAR!

Nesse Natal, ame sem ser amado!

Dê presente sem receber!

Mas acima de tudo perdoe sem ser perdoado!


Toda a equipe do Preguiçosamente lhe deseja um FELIZ NATAL!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Só de sacanagem

Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?

Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e vou dizer: "Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!

Elisa Lucinda


Esse foi o texto dessa semana, na semana que vem prometo que trago um texto meu!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ser adolescente!


"Ser adolescente!

Tem coisa melhor do que ser um deles?

Fazer "loucuras" que só a gente entende e que por esse motivo, acaba por deixar nosso pais literalmente loucos!

O que é ser adolescente?

Bom, ser adolescente é tirar nota baixa e não contar pros pais por medo de perder o direito ao msn ou ao cineminha do fim de semana ou até mesmo ao show daquela banda hiper mega ultra legal que só vai fazer uma apresentação e você já tem o ingresso!

Ser adolescente é amar sem ser correspondido!

É cantar por horas a fio músicas sem sentido só por que elas lhe fazem lembrar do seu amor.

Às vezes ser adolescente também é ser responsável, cuidando do "mano" mais novo quando seus pais vão sair pra algum lugar.

É errar, mas também é acertar!

É ter amores platônicos até por quem você nem conhece, pelo menos não pessoalmente!

É arriscar, sem ter medo de errar!

É se expor ao ridículo só pra se enturmar com a galera do novo colégio!

Mas principalmente, ser adolescente é viver.

Viver?

Sim, é viver cada momento como se fosse o último, é ouvir aquela música como se ela nunca mais fosse tocar na rádio, é comer sem parar só por causa de uma desilusão amorosa, é chorar pra se acabar só por que seu melhor amigo voltou pra a sua cidade natal e nem se quer se despediu de você, é passar horas e horas no msn esperando aquela pessoa especial entrar, é fazer merda em cima de merda.

Ufa!

Aí você deve estar se perguntando se eu já fiz isso tudo. Bom, tudo não, mas muitas dessas coisas já fiz sim e talvez um dia eu leia esse texto pra um filho ou neto, e ele me pergunte se valeu a pena, e eu vou dizer: 'Foi com certeza a melhor fase da minha vida!' "

Wesley Paixão.


Esse texto abre mais uma "coluna" aqui no blog, toda quarta vai rolar um texto pra vocês: crônicas, poemas e afins!

Espero realmente que vocês gostem!

Até a próxima!